domingo, 21 de agosto de 2011

Quem sou eu?

É, andei me questionando sobre isso esses dias, devido a algumas coisas que eu ouvi como comentarios do genero, posso estar sendo muito igual e caindo numa mesmice ou num certo plano muito povoado por mentes, ou comentarios que se direcionam a como estou agindo no meu dia a dia.

Cheguei a algumas conclusões e queria deixar as que dão mais duvidas esclarecidas por meio desse post.
Pra inicio, vou descrever o que penso sobre algumas coisas que exigem alternativas, penso da seguinte forma desses assuntos: o que vier seja ruim ou bom, trara experiencias e por isso não se pode ficar se preparando como se fosse a ultima barreira da qual você passará, outras virão maiores ainda e você nem vai imaginar como elas apareçeram.
Para quem me acha desprendido ou até mesmo descuidado de muitas coisas que tenho: penso na linha de raciocinio de que, não adianta eu me prender a certas coisas se perderei elas, ou se elas terão seu efeito ou serventia esgotados.

Sempre tive esses pensamentos zen sobre certos assuntos, afinal não vou ficar muito tempo (aprox. mais de 70 anos na terra) então pra que ficar fazendo cenas e milhares de dramas que não resultarão em muita coisa?
Penso que existe uma cadeia pra tudo, pra tudo se existe um começo e fim, com propositos e sempre com motivos pra começar, se uma parte é retirada, ela muda de forma no seu produto final, fazendo assim tudo que conheçemos ser estranho aos primeiros olhares, lembrando sempre que a linha de começo e fim existirão até mesmo se sobrar uma misera parte dessa corrente.
Propositos, é a engrenagem mestre para nos movermos e para agirmos como somos, mesmo com a ausencia de todas as estancias que podem "influenciar" temos propositos, é impossivel fugir desse conceito, pois ele é cotidiano.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Relato N° 999

Sinto que o vento soprou drasticamente na minha cabeça confusa essas dias.
Não estou numa condição clara de pensamentos e de atitudes, uma hora posso estar nervoso como em outra posso estar tranquilo.
Acho que milhares de coisas que fiz nessa semana foram confusas e pensadas as pressas, como forma de aliviar uma certa pressão que existe na minha vida, varias foram idiotas e tolas, mas mesmo assim sigo com a mente tranquila por ter me deixado abstenciar delas.
Vou começar a sentir uma dor inimaginável a cada palavra dita e a cada musica que ouvir, mas passará, assim que eu me lembrar que fiz aquilo pra me colocar no lugar e que não podia continuar com a minha mente confusa aquela situação.
 Como eu disse a um amigo, vou deixar o barco andar no ritmo do mar, sem se dar antes de ter algum sinal em troca das pessoas, para evitar que eu me machuque depois, a aflição me tomou de vez, não consigo avaliar o que foi certo e errado, o que passou e o que continua aqui.

Agora não sei o que será de mim, só me resta imaginar o caos que se instalara nos próximos dias.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Ela e a tempestade

Minha vontade naquele momento foi de sumir, não queria ouvir aquilo que chegava aos meus ouvidos.
Por que? foi a pergunta mais pensada que eu consegui fazer, em meio a uma certa raiva incontrolavel que eu sentia só de ouvir você dizer um motivo tão estupidamente futil e sem base.
Te prendia a ponto de não realizar suas tarefas? eu fui estúpido demais para não perceber que você precisava respirar sozinho e por isso quis tela só para mim.
Não preciso mais ouvir o tal motivo, achei e ainda acho ele algo tão besta e irracional, é impossível você ter controle absoluto sobre seus sentimentos ou o que você define como razão.

Um amigo meu disse que você fez isso pois precisava viver a vida sozinha, POIS AGORA VIVA ELA sem olhar pra trás, do mesmo modo que você consegui apagar o "sentimento" com uma certa rapidez eu também consegui, só guardo duas lembranças das quais vivi com você pois são duas coisas das quais eu não conseguirei de novo.

Em meio a tal fato, sua calma foi absoluta, como você consegui machucar meu coração com ela, o fato de você não ter nem mudado de expressão ao ponto de sentir tristeza por estar magoando uma pessoa, me faz pensar que és boa para teatro.
Nunca em minha vida deixarei de lembrar como fui perseverante pra tentar saber um pouco e me achar conhecedor de quem você era, por que a conclusão de tudo foi chegar naquele ponto vazio, que como você mesmo disse, nosso amor mudou no seu simples ato de acordar e decidir algo tão concreto.

Esse ato só me deixou mal admito, mas superei e aqui estou feliz de novo.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Acordei com um ar de peso, acendi um cigarro como de costume e olhei para a janela.
Liguei o radio com uma certa precisão no volume para não atrapalhar ninguém e não estragar o momento, enquanto a fumaça empesteava o teto branco e o candelabro dourado.

Decidi ir a cozinha pegar uma taça para beber um gole modesto de vinho seco, para alegrar as tais veias do meu coração que acreditava naquela hora estar parado, o relógio marcava 2:30 e o ar era gelado, trajado como guerrilheiro do frio, volto a janela para me acomodar novamente com meu cigarro e meu vinho.

Não queria acreditar que tudo aquilo havia acontecido, nem nas palavras ditas e que agora um vento gelado e vazio tomou seu lugar, a cada pensamento de como reagir a aquela situação, dois vinham de contra-mão me perguntando se ela ainda pensava em mim.

Estou enlouquecendo, só posso chegar a essa conclusão, e chorar diante de tantas fotos nossas sem cessar.
Enquanto o fogo consumia cada rosto naquelas minúsculas partes rasgadas de todos os nossos momentos, a lareira ardia.

Não queria voltar a dormir, mas prevejo que esse é o único modo de seguir a minha vida, esquecendo por algumas horas até o sol nascer, a falta que você ira me fazer e o homem que me tornarei nos dias que virão.

Pretendo redigir uma carta para você assim que tiver forças consideráveis, se a carta que um dia escreverei chegar em suas mãos, só abra se quiseres, pois o assunto será o mesmo do qual tentamos dialogar para chegar a um senso comum.

Com o copo entre os meus trémulos dedos, me arrisco a olhar o relógio e o mesmo marcara 4:00 em ponto, com uma certa cautela me locomovo para as escadas, volto os olhos para a lareira onde só restavam cinzas me senti um pouco feliz confesso, mas o sentimento mor não me deixara ter a felicidade.

Vou dormir, recompor as energias acho para assim tentar sorrir o resto do dia

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Pai.

Queria voltar no tempo, ser um garoto novamente só pra rever onde foi que começamos a desviar os caminhos, se eu conseguir, vou refazer tudo pra mudar o que acontece hoje, e torçer pra que nada do que acontece hoje, exista.
Pai, queria deixar claro que por aqui, me expresso da maneira que acho melhor, não me importando com o que venha a acontecer
Lembro como se fosse ontem, quando brincava em meio a noite em suas costas, e que todos eramos felizes em casa, jogando conversa fora, ainda me lembro tambem de quando ganhei minha primeira bicicleta, momentos dificeis foram os que tentei começar a andar, mas superei isso.
Lembro das festas de aniversario, sempre fui intensamente feliz nessas datas sempre desejando e querendo o melhor para todos nós.
Pai, desculpe me por tudo que cheguei a dizer e desavenças que cheguei a ter com o senhor, fico constrangido ao saber que o senhor nunca teve culpa nas milhares de situações.

Agora, mais do que nunca, estou do seu lado, querendo te ver saindo vitorioso desse seu quadro atual, em meio a tantas lagrimas, escrevi isso.

Força, somente isso.